
Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é, antes uma necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o evangelho” (1Cor 9,16-17).
“Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é,
antes uma necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o
evangelho” (1Cor 9,16-17).
Às vezes se confunde missão católica com serviço social e
promoção humana. Numa homilia de domingo escutei um missionário dizer que
trabalha com os índios, mas que “não está ali para cristianizar e dogmatizar
ninguém”; achei muito estranho. Ora, evangelizar é levar a salvação de Jesus
Cristo e as verdades (= dogmas da fé). Fiquei escutando o resto da homilia e
percebi que o trabalho do missionário não se diferenciava das ONGs que estão
entre os índios, ou talvez fosse apenas como o trabalho da FUNAI ; uma preocupação
de levar o “bem estar social” aos índios: defesa, vacinas, preservação da
cultura indígena, etc. Não ouvi falar de conversão, de batismo e de abraçar a
fé católica.
Se não é para cristianizar os índios, então, não é
verdadeira evangelização católica. O papel missionário da Igreja é levar a
salvação de Jesus Cristo, como fizeram São Pedro, São Paulo e os demais
Apóstolos, sem esquecer a caridade é claro, que sempre fizeram e fomentaram.
Mas se faltar a catequese católica, não é verdadeira evangelização; é mera
assistência social. Isso muitas instituições podem fazer, mas levar Jesus
Cristo, o Batismo da salvação, a Confissão, a Eucaristia, o Matrimônio, etc… só
a Igreja é capaz de fazer. (Autor: Professor Felipe Aquino, via: cleofas.com.br)


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